Como não ser enganado na Black Friday (audiovisual)

Vida de filmmaker não é fácil por muitos motivos, mas um dos principais é o custo dos nossos queridos equipamentos. Por isso, quando chega na Black Friday, é difícil não ouvir o canto da sereia nos chamando para promoções imperdíveis.


Então, montamos uma lista com 5 dicas de como não ser enganado na Black Friday e manter o seu dinheiro (e dignidade) intactos.


1. Aquele que é bom demais para ser verdade


Descontos milagrosos sempre devem ser olhados com um olhar mais atento. Lembre-se que a Black Friday é uma maneira das empresas desovarem produtos com estoque em excesso que vão ser obsoletos em pouco tempo.


Ainda, quando se tratam de tecnologias que exigem compatibilidade de cabos, sistemas e outros tantos detalhes técnicos que nem sempre checamos todos, é preciso ter cuidado redobrado. Busque fichas técnicas, garantias e tudo o que puder descobrir sobre esse produto que está um quarto do preço, além de checar o que essa empresa pretende lançar nos próximos meses.


Para saber mais: leia esse post sobre os golpes mais comuns da Black Friday.


2. Aquele que é semi-novo


Sites com produtos de segunda mão muitas vezes salvam as nossas vidas e bolsos quando nos oferecem itens semi-novos que, vamos combinar, não deixam nada a desejar. Porém, sempre vale lembrar que os vendedores desses produtos não vão falar o que eles têm errado de cara, é preciso perguntar, e muito.


Ademais, peça fotos com mais detalhe, data de compra, garantia e tudo mais que poderia ser facilmente esquecido com um pouco de desatenção. E claro: veja quanto custa o produto novo atualmente. Se não estiver, no mínimo, pela metade do preço, não vale continuar.


3. Aquele que não tem nome


Sempre tente comprar das lojas grandes que produzem o que você quer comprar, e não de aplicativos de compra terceirizados, a não ser que sejam muito qualificados, como Magazine Luiza e Mercado Livre.


Também busque o site da empresa e avalie como eles são e o que oferecem, além de ler no Google as reclamações e comentários de outros compradores.


4. Aquele que é um barato caro


Muitos produtos são baratos. E desses baratos, muitos deles são ruins.


Não por serem baratos em si, mas por serem de baixa qualidade e terem um tempo de vida útil muito baixo quando comparado com outras opções um pouco mais caras. Por exemplo, sabe aquele fone de 10 reais que você tinha quando adolescente que precisava ser recomprado a cada dois meses? Quanto você gastou no total com esse fone, que além de quebrar tinha uma qualidade de áudio baixíssima? Muito.


Não compre coisas que depois terão que ser reparadas ou trocadas em pouco tempo enquanto te oferecem uma experiência ruim.


5. Aquele que é melhor esperar


Por fim, sempre vale lembrar: o maior desconto é quando você não compra.


Guardar dinheiro para gastar em outros momentos mais oportunos é um sinal de maturidade e compreensão do que o dinheiro realmente deveria significar: solução, e não mais problemas.


Além disso, essa é uma boa oportunidade para limpar, reparar e revitalizar o que você já tem para que dure muito mais e você consiga de volta o valor que pagou.


Boas compras, e não esqueça: o importante é o que você faz com a câmera, e não a marca dela!


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